História

Respostas às necessidades dos povos

A Congregação da Santa Cruz teve origem em 1835, quando o Pe. Basile Moreau organizou um grupo de padres e irmãos no bairro de Santa Cruz, em Le Mans, na França.

Em pouco tempo, o grupo cresceu e se espalhou em paróquias e escolas.

 

Atendia, sobretudo, a população mais pobre e abandonada daquela região devastada após a Revolução Francesa.

​Em 1838, pe. Moreau associou aos irmãos e padres um grupo de voluntárias que prestavam serviços nas obras apostólicas recém-fundadas por ele.

​Essas voluntárias formaram, posteriormente, as Irmãs da Santa Cruz.

Em 1843, alguns padres e irmãs da recém-nascida Congregação foram à missão nos Estados Unidos.

Portanto, foi em Indiana, EUA, que a Congregação cresceu e trabalhou bravamente pela saúde e educação.

​Nas décadas seguintes, as Irmãs da Santa Cruz continuaram a responder às necessidades das pessoas por meio da fronteira em desenvolvimento.

Elas deixaram um grande legado.

 

Construíram mais de 100 academias, escolas e faculdades em todo o território norte-americano estabeleceram um sistema de saúde nacional.

​Chegada ao Brasil

​Em 1947, as irmãs já contavam com 1.400 membros.

 

A superiora geral, Madre Rose Elizabeth Havican, sonhava em revitalizar a Congregação por meio de um ideal missionário e veio para o Brasil.

​As irmãs chegaram à cidade de São Paulo, na época, para atender as  necessidades mais urgentes do povo e da Igreja.

 

Atuaram diretamente na educação escolar e na catequese.

Para a estadia no novo país de missão, as primeiras irmãs, adquiriram a casa de campo de Dom José Gaspar, bispo da época.

​Hoje, neste local, funciona o Prisma - Centro de Estudos e de Formação de professores - mantido pelo Colégio Santa Maria.

 

 

​Atualmente, as Irmãs da Santa Cruz de diversas culturas e origens, trazem saúde, educação e serviços de advocacia para contribuir e capacitar pessoas, pastorais, grupos e movimentos sociais.